As metragens mínimas para sala, quarto, cozinha e banheiro

Circulação: especialistas apontam as metragens mínimas para garantir a melhor distribuição e a passagem sem esbarrões

Quem nunca se viu espremido entre a mesa e a cadeira para outra pessoa conseguir passar atrás? Essa é uma das situações mais emblemáticas do mau dimensionamento de ambientes e dos itens que os compõem. Mas pode-se escapar do problema: antes de montar a casa, saque a fita métrica, meça móveis e paredes e se certifique de que restará espaço para transitar. “É preciso criatividade, pois as moradias estão cada vez menores”, diz a arquiteta Elisa Gontijo. Assim, não há como seguir à risca a ergonomia ideal apontada em livros de arquitetura, e as metragens variam de acordo com as particularidades. “Porém, existem distâncias mínimas a serem praticadas”, enfatiza o designer de interiores Roberto Negrete. Para que você saiba como pôr em ordem os cantos mais apertados, montamos layouts de quatro cômodos, tomando como base móveis e eletrodomésticos de tamanho padrão e respeitando o mínimo exigido de área livre. Atenção: as ilustrações mostram portas de 80 cm de largura, pois essa medida permite a passagem de cadeirantes. Mas, em imóveis prontos, geralmente as passagens são menores: 70 cm em quartos e 60 cm em banheiros.

Disposição eficiente nas salas de estar e jantar

– Portas: a de entrada no imóvel costuma ser a mais larga, com 80 cm. Neste e nos demais ambientes, é fundamental deixar desimpedido o ângulo da abertura – só dispense essa recomendação no caso de modelos de correr.

– Circulação: 60 cm bastam para uma pessoa transitar sem aperto, portanto, tente manter essa medida em todas as áreas de passagem. Se receber a visita de um cadeirante, você precisará afastar os móveis.

– Jantar: a mesa quase encostada na parede libera mais espaço para a movimentação e possibilita até mesmo que um aparador ocupe a parede em frente, deixando uma largura disponível de 1,35 m. Note que entre um dos pares de cadeiras e a parede atrás dele sobram 60 cm, intervalo que proporciona conforto quando alguém se senta ou se levanta – caso as cadeiras tenham braços, aumente essa distância em 20 cm. Do lado oposto, a outra dupla de assentos está de costas para o acesso aos quartos. Por essa razão, ali deve ser deixado um caminho de 80 cm, a fim de não prejudicar a circulação mesmo quando alguém empurrar a cadeira para trás.

– Estar: para incluir uma mesa de centro em salas estreitas, só abrindo mão do padrão recomendado de 60 cm livres. Entre a mesinha e o sofá, e entre ela e a poltrona, a distância mínima aceitável é de 40 cm – ainda assim, será preciso passar de lado caso alguém esteja sentado. Se o rack tiver gavetas, que se estendem por cerca de 30 cm quando abertas, você necessitará deixar um intervalo maior, de 50 cm, desse móvel até a mesa.

– Sofá: entre o braço do estofado e a parede vizinha devem restar 10 cm, respiro suficiente para abrigar a cortina. A mesinha lateral também fica afastada alguns centímetros.

Cozinha: a área de trabalho determina os intervalos

– Circulação: estabeleça um corredor de 1 m de largura sem barreiras. A distância supera a de outros cômodos para garantir a mobilidade de duas pessoas – enquanto uma usa a bancada, a pia ou o fogão, a outra transita com segurança, já que muitas vezes é necessário carregar louças e pratos quentes.

– Portas: por causa dos eletrodomésticos, as aberturas nesse ambiente costumam medir 80 cm. Nesta planta, a porta de entrada e a da geladeira não podem ser movimentadas ao mesmo tempo. Na prática, isso não costuma ser um problema pois, no dia a dia, é comum que a cozinha permaneça aberta, com a porta encostada na parede lateral. Se preferir, adote um modelo de correr, como foi feito no acesso à lavanderia, junto do fogão.

-Eletrodomésticos: tenha atenção redobrada às posições da geladeira e do fogão. Como esses equipamentos geram calor, que precisa ser dissipado, não podem ficar encostados nas paredes nem nos móveis adjacentes. O manual técnico de cada produto informa os distanciamentos específicos, mas, de modo geral, o vão sugerido por nossos consultores é a partir de 10 cm de cada lado.

– Fogão: quando o forno está aberto, é importante que restem livres 65 cm ou mais para que se consiga agachar, tirar o recipiente do interior e levantar sem o risco de esbarrões.

O quarto pede corredores de 60 cm

– Cama: nas duas laterais, preserve a passagem mínima de 60 cm. Em uma planta como esta, essa largura possibilita que o morador se sente para calçar os sapatos e ainda admite dois criados-mudos, com folga entre o colchão e a parede.

– Guarda-roupa: mantenha também 60 cm desimpedidos à frente dele. Cada folha de um armário de três portas pede cerca de 45 cm quando aberta, e as gavetas podem chegar a 40 cm. Se optar por um modelo com profundidade maior, ele deve contar com portas de correr.

Banheiro pequenino, porém funcional

– Porta: em geral, mede 60 cm, abertura inviável para quem depende de cadeira de rodas. Com uma planta estreita e alongada – a exemplo desta, usual em apartamentos novos –, o banheiro tem de estar fechado para que se possa abrir a porta do gabinete da pia. O vão de entrada do ambiente determina a profundidade do móvel: já que previmos uma porta acessível, de 80 cm, a bancada fica com no máximo 48 cm.

– Vaso sanitário: os 60 cm entre ele e a parede oposta garantem o acesso ao boxe. Cada lateral da bacia deve distar ao menos 30 cm dos elementos vizinhos, o que dá mais conforto ao usuário e permite apoiar uma lixeira e uma papeleira no piso.

– Área de banho: 90 cm é a largura mínima para o boxe. Assim, o morador se agacha e se movimenta livremente enquanto se ensaboa, lava o cabelo e se enxuga.

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Fonte: Casa

Checklists: Ordem da Reforma

 

Está em um reforma, e não tem formação nenhuma de decorador, arquiteto ou afins? Então o check list abaixo é uma boa ideia. É uma ordem que funciona bastante bem. Esperamos que ajude no planejamento de vocês, e se tiverem dúvidas, é só deixar num comentário aí que vamos lhe responder.

 

1 – Alvenaria

Todo o quebra-quebra deve ser feito no início da obra. Se o piso for frio, deve ser feito nesta etapa também, assim como o rodapé se ele também for feito de alvenaria.

 

2 – Elétrica

Os fios devem ser planejados e passados logo após a alvenaria. Caso seja feito forro de gesso, fica mais fácil puxar os fios se eles já estiverem posicionados.

 

3 – Gesso

É algo que faz muita sujeira, então deve ser um dos primeiros itens da obra.

 

4 – Elétrica Novamente

Deve ser finalizado o que ficou faltando da parte elétrica, incluindo a iluminação embutida se for o caso.

 

5 – Piso

Se o piso for laminado, é nesse momento que ele entra em cena.

 

6 – Pintura

Após a “sujeira” da obra, podemos entrar com a pintura das paredes, tetos e portas.

 

7 – Móveis / Pedras

Com a pintura feita os moveis já podem ser instalados. As pedras podem ser instaladas andas ou depois dos móveis.

 

8 – Rodapés

Se o rodapé for de madeira ou plástico, ele deve ser instado após a pintura.

 

9 – Retoques

A pintura vai acabar manchando um pouco com as etapas anteriores, então sempre cabe um retoque ao final da obra.

 

10 – Decorar

Com a obra pronta, é colocar a criatividade para trabalhar e deixar o ambiente bem bonito.

 

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Fonte: Minha Nova Casinha

Como Usar a Cor para Ampliar ou Reduzir o Tamanho dos Ambientes

Uma simples pintura pode transmitir a sensação de alongar ou rebaixar o teto, alargar ou diminuir um corredor ou mudar o tamanho da parede.

Além de proteger as paredes e deixar os ambientes mais bonitos, a tinta é um excelente recurso para quem precisa criar a sensação de que os espaços são maiores ou menores, mais altos ou mais baixos. Para isso, basta um pouco de cor nas paredes ou no teto. Isso é possível porque as cores têm o poder de alterar o modo como percebemos as dimensões e as proporções dos espaços.

 

 

Uma simples pintura pode, por exemplo, transmitir a sensação de alongar ou rebaixar o teto, alargar ou diminuir um corredor, mudar o tamanho de uma parede, entre outros.

CONFIRA ALGUMAS DICAS:

Para criar a sensação de que um espaço tem o pé direito mais alto do que realmente tem, a dica é pintar o teto de branco, deixando as paredes em um tom mais escuro

 

 

Da mesma forma, é possível “rebaixar” um teto muito alto com um tom mais escuro do que o das paredes

 

 

Já para alargar um corredor a dica é pintar as paredes menores e o teto com uma cor mais escura que a das paredes maiores. Isso também dará a sensação de que o corredor é mais curto. E se a ideia é alongar um ambiente quadrado, a solução é aplicar uma cor mais escura em duas paredes, uma de frente para a outra.

Confira na imagem abaixo como você pode usar tinta e cor para mudar as proporções de um ambiente.

 

E não acaba por aí!

A tinta e a cor também podem ser usadas para destacar ou esconder objetos. Se a intenção é dar ênfase a alguma peça de decoração ou obra de arte, basta aplicar uma cor intensa ou contrastante na parede de fundo onde ela está localizada. Mas se a proposta é esconder ou não dar destaque para algum objeto, é só pintar a parede com a mesma cor dele.

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Fonte: Politintas

Etapas de uma obra feliz: da lista de mudanças ao cronograma

 

Para que o sonho da casa renovada não se torne um pesadelo, a dica principal é planejar cada passo com atenção e seguir à risca o cronograma.

Quer saber como planejar uma obra residencial de forma a manter o equilíbrio entre o orçamento previsto, o prazo de entrega e a estética desejada? Continue a ler e descubra os segredos para transformar seu lar de maneira organizada!

 

1. Problemas identificados

Antes de começar, entenda e liste o que de fato será feito durante a reforma. Depois, faça uma relação de todos os materiais necessários para a obra e decoração, e um levantamento completo de quais serviços deverão ser contratados, como de elétrica, gesso e pintura.

 

2. Produtos e mão de obra de primeira

Em seguida, é hora de escolher os profissionais que trabalharão na reforma. Para isso, dois pontos são essenciais: a elaboração de um contrato e a visita a obras já entregues para saber como foi a experiência de outros clientes. Enquanto isso, pesquise por materiais e produtos de qualidade oferecidos a preços justos.

 

3. Planilha de orçamento de obra residencial

Uma lista que estime os custos com serviços, materiais e mão de obra ajuda a ter uma ideia precisa da verba total necessária para a reforma. Crie facilmente sua planilha em um programa de operações financeiras e considere um adicional de 10% para gastos imprevistos.

4. Planilha de cronograma de obra

Monte um cronograma de obra residencial com todos os prazos, desde a estimativa de entrega dos materiais até o prazo combinado com os profissionais para entrega dos serviços. Lembre-se de deixá-lo fixado no local reformado para que todos os profissionais tenham acesso.

A criação de uma tabela de prazos personalizada está entre as etapas de uma obra mais importantes para a conquista de uma reforma tranquila e organizada. É ela que ajudará a evitar possíveis atrasos e a manter a verba prevista, deixando claro qual a ordem ideal dos trabalhos a serem executados.

 

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Fonte: Saint-gobain

REFORMA E DECORAÇÃO: DICAS DE OURO

Está pensando em reformar? Muita atenção ao planejamento que antecede a decoração. Isso porque é necessário levar em consideração a análise adequada de cada espaço, ambiente e objeto decorativo.

Para ajudar você nessa tarefa, separamos algumas dicas primordiais, com pleno destaque às medidas. Por exemplo: você sabe qual é a altura ideal da pia do banheiro?

 

1. Lembre-se: o primeiro passo é medir todos os espaços

Antes de ir à loja, meça com a trena o tamanho dos móveis e a distância necessária entre eles para conseguir circular. Nunca confie somente na sua percepção visual, senão você pode acabar comprando um sofá que não cabe na sala.

2. Dança das cadeiras

 

Para garantir uma boa circulação, as cadeiras da mesa de jantar precisam de um recuo mínimo de 60 cm. Se você não tem esse espaço, opte pelo uso de bancos encostados na parede.

3. Cortinas exigem espaço

Deixar um vão muito pequeno no forro de gesso para instalar a cortina é um risco, porque o espaço necessário varia de acordo com o modelo escolhido. Cortinas com trilho precisam de, no mínimo, 10 cm de vão. Já a romana pede uma distância de 12 cm ou mais.

4. O tamanho da porta

 

 

A porta de entrada deve ser a mais larga de todas, com no mínimo 80 cm para permitir a entrada de móveis e compras.

5. Tomadas

Existe um padrão para a altura de interruptores e tomadas – o interruptor deve ser instalado a 1,10 m de altura, e a tomada, a 30 cm do chão.

6. Medidas básicas

 

 

Para garantir uma boa noite de sono, o cuidado com a circulação no quarto deve ser redobrado. A distância da cama até a parede ou até o armário deve ser de, no mínimo, 70 cm, e a altura da cama deve variar de 45 a 55 cm.

7. Passado e engomado

Os armários com portas comuns devem ter, no mínimo, 55 cm de profundidade. Já os com porta de correr, 60 cm. Medidas inferiores a essas farão com que suas roupas fiquem amassadas.

8. A cuba ideal

 

 

Sobreposta, de semi encaixe ou de encaixe. Escolha a cuba antes de reformar o banheiro, porque ela influencia a altura do ponto de água e da bancada, que deve ficar a 85 cm do chão. Dependendo do modelo, a bancada deve ficar mais baixa.

9. Coifa segura

A distância mínima entre a coifa e os queimadores do fogão é de 65 cm para os fogões elétricos. No caso de modelos a gás ou combinados, a distância pode variar de 70 a 80 cm – em nenhum dos casos ultrapasse os 80 cm. O ponto de energia deve ficar no centro da instalação da coifa, a 2,20 m do piso, ou vir pelo forro de gesso, passando por dentro do duto.

10. Pia na altura certa

 

 

Quando se fala em ergonomia, qualquer centímetro faz muita diferença. Não subestime uma diferença de 5 cm, por exemplo, porque é isso que vai proporcionar conforto ou não. A bancada da cozinha, em geral, deve ter 90 cm de altura.

Dicas bem espertas, não é mesmo?

Mas, a nossa principal sugestão é: analise bem as suas economias e veja se não é possível contratar um profissional para ajudar na reforma. O investimento vale à pena para que tudo fique do jeito que você sempre sonhou!

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Fonte: Casa e Jardim

6 dicas para iluminar ambientes com paredes escuras

Paredes escuras esbanjam personalidade. Para você não ter medo de ousar nas cores, as dicas abaixo te ensinam a decorar ambientes com superfícies de tons fechados, sem comprometer a iluminação

 

 

Um cômodo com paredes escuras não é sinônimo de um ambiente pouco iluminado. Apesar do branco refletir a luz, os tons fechados também devem ter a sua vez dentro de casa: eles são ótimos para dar personalidade e fugir do comum. Superfícies cobertas com tintas em nuances como azul-marinho, chumbo e até preto podem ser versáteis, sim! As dicas abaixo vão te ajudar a clarear e refrescar ambientes do tipo.

 

1. Toques de cores claras e vivas

Tapetes, móveis e até acessórios claros podem contrapor paredes escuras, deixando o cômodo mais moderno. Você pode se jogar no off-white sem medo, mas as nuances mais alegres e ousadas ajudam a trazer vida. Não estamos dizendo que você não pode apostar em peças de cores fechadas na decoração, porém elas tendem a ficar melhor em espaços com bastante luz natural.

 

 

2. Não pinte tudo

Se você teme um visual pesado, não complete as paredes do teto ao chão. Aposte em boiseries e relevos para trazer leveza e não escurecer tanto o ambiente, mas deixe a cor dominar a maior parte da superfície para que ela seja protagonista na decoração.

 

3. Cortinas permeáveis

Abuse de toda a luz natural que você tiver disponível. Mas, caso você precise de um pouco de privacidade, opte por cortinas com tecidos permeáveis e leves, que deixem a claridade passar, mesmo quando fechadas. No caso dos dormitórios que precisam do modelo blackout, opte pelas persianas, uma vez que, quando abertas, elas ficam bem disfarçadas, próximas ao teto.

 

 

4. Combinação com papel de parede

Aposte em uma superfície escura lisa e outra com papel de parede. Mesmo que a estampa também seja fechada, eles são responsáveis por trazer vida para o cômodo, tirando-o da monotonia. Para alcançar a combinação prefeita é necessário sobrepor diferentes opções. Uma dica é optar por cores com a saturação aproximada.

 

5. Iluminação indireta

Pendentes variados, arandelas e luminárias ajudam a criar cenários aconchegantes dentro de casa. Caso você tenha um teto claro com a parede escura, opte por acessórios que emitam a luz para cima, uma vez que a claridade chegará na extremidade mais alta e será refletida para o resto do cômodo. O trilho eletrificado com spots também é uma boa saída, uma vez que as lâmpadas ficam voltadas para diferentes regiões.

 

 

6. Vá de verde

Plantas refrescam não somente o ar, mas também o visual. Elas tornam os ambientes mais convidativos com muita leveza, trabalhando em contraponto com as paredes escuras. Escolha vasos bonitos e em tons vivos para colaborar com a tarefa.

 

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Fonte: Revista Casa e Jardim

Conheça as 3 etapas da limpeza pós-obra e seus benefícios

 

Depois de pronta, uma construção precisa passar por alguns processos antes de efetivamente ocorrer a entrega das chaves do imóvel para o cliente. É vital que seja feita a vistoria do imóvel, pois só com ela será possível averiguar se a construção atingiu seus objetivos construtivos planejados no projeto. Mas, antes da vistoria é preciso realizar a limpeza pós-obra.

A limpeza é o primeiro passo a ser seguido depois que a construção termina. Não é apenas uma questão estética, visto que só depois dela será possível averiguar de forma completa a qualidade dos serviços realizados. É comum que, no momento da limpeza pós-obra, se descubra defeitos e vícios construtivos, seja um azulejo trincado ou com argamassa colada nele, ou mesmo uma parede com problemas na pintura e acabamento.

Portanto, é de suma importância realizar a limpeza, uma vez que ela funciona como uma pré vistoria. Mas, é preciso levar em conta que a limpeza pós-obra não é uma simples faxina, pois os materiais de construção, como por exemplo o cimento, o gesso e as tintas, geralmente geram entulhos e sujeiras de difícil remoção, sendo preciso utilizar equipamentos, técnicas e produtos específicos. Além de assegurar o correto descarte.

Para que não haja avaria durante a realização dos serviços, a limpeza pós-obra deve ser realizada com cuidado por profissionais experientes e treinados. Além disso, entregar uma obra limpa é um grande pré-requisito para obter a melhor satisfação dos clientes, assim é provável que eles recomendem para outras pessoas.

Confira abaixo as três etapas para uma limpeza pós-obra eficiente:

 

Como ter uma limpeza no pós-obra eficiente?

Tenha um planejamento definido

As etapas da limpeza começam no momento em que a obra está sendo projetada. Os profissionais responsáveis pelo planejamento devem pensar e especificar como será feita a gestão dos resíduos gerados pela construção. Assim, no momento do pós-obra a equipe responsável pela limpeza poderá descartar a sujeira e os entulhos apropriadamente.

Já na etapa da execução da construção é preciso que os profissionais que realizam a obra façam limpezas periódicas, tirando a sujeira mais pesada e descartando os maiores entulhos no momento em que são gerados.

Alguns materiais de construção se tornam muito mais difíceis de limpar com o passar do tempo, como é o caso das argamassas e do concreto, logo retirar esse tipo de sujeira durante a construção é muito mais eficiente. Assim, evita-se o acúmulo excessivo de sujeira no final da construção, agilizando a limpeza pós-obra.

 

Escolha os produtos, os equipamentos e as técnicas corretas

Como a limpeza pós-construção envolve uma sujeira de difícil remoção, é preciso escolher produtos que possibilitem a limpeza de maneira eficiente e ágil. Saber quais tipos de materiais foram utilizados na obra é essencial, já que alguns só saem com determinados solventes.

Ainda, alguns materiais podem ser danificados se forem limpos com o produto errado, como o alumínio, por exemplo, que não deve ser limpo com cloro. Assim, evita-se também o risco de prejudicar os acabamentos da edificação.

Além da escolha dos materiais, os métodos e equipamentos de limpeza devem ser adequados para cada situação. Algumas manchas só serão totalmente retiradas utilizando uma lavadora de alta pressão, por exemplo. Já em outros casos a sujeira pode se encontrar em lugares altos, o que acarretará na necessidade de utilizar escadas. Portanto, é necessário planejar e escolher os equipamentos e as técnicas de limpeza corretas antes de iniciar a limpeza pós-obra.

 

Opte por uma mão de obra especializada

De nada adianta escolher os melhores materiais e equipamentos se não houver uma mão de obra qualificada para realizar a limpeza. Os profissionais responsáveis devem conhecer os produtos, os métodos que serão utilizados e devem saber operar os equipamentos de limpeza. Assim o serviço será feito com qualidade e de forma produtiva.

As empresas podem optar por qualificar seus profissionais para o serviço de limpeza pós-construção, no entanto esse investimento pode ser alto. Sendo assim, uma opção é contratar empresas especializadas em limpeza de materiais de construção civil. Seja qual for a alternativa, a escolha dos profissionais responsáveis pela limpeza acarretará diretamente na qualidade, na produtividade e nos custos dessa etapa e da obra em geral.

A limpeza pós-obra e a inspeção de qualidade estão diretamente ligadas, já que a fim de se avaliar de maneira mais eficiente a condição da edificação é preciso que esteja completamente limpa.

A norma de desempenho NBR 15575:2013 da ABNT aborda que os profissionais responsáveis pela limpeza devem ser estimulados para detectar problemas, principalmente aqueles ligados ao desempenho térmico e acústico. Logo, o serviço vai além da limpeza e contempla também uma pré avaliação das condições da construção.

Um pós-obra eficiente deve contar com uma limpeza e inspeção de qualidade, pois isso evita que vícios ou defeitos construtivos passem despercebidos e resultem em um posterior serviço de assistência técnica pós-obra.

O recomendado é que todos os problemas estejam resolvidos antes da entrega do imóvel para o consumidor, fazendo com que a excelência da empresa responsável pela construção seja elevada e evitando retrabalhos e custos desnecessários.

Portanto, as empresas responsáveis pela construção de edificações precisam planejar e executar com atenção a etapa da limpeza pós-obra. Com a escolha correta dos materiais, equipamentos, técnicas e da mão de obra especializada, a limpeza terá o melhor rendimento e qualidade.

 

Ficou alguma dúvida sobre como realizar uma limpeza pós-obra? Tem alguma sugestão de como melhorar ainda mais essa etapa? Fique de olho nas nossas postagens ou comente aqui embaixo e não se esqueça de assinar a nossa newsletter!

 

Fonte: Mobuss Construção

Reforma de apartamento: o que NÃO fazer nesse processo!

Uma reforma de apartamento pode ser um momento de muita alegria, afinal, você está deixando seu lar mais bonito, moderno e com a sua cara. No entanto, esse momento de realização de um sonho pode se tornar um pesadelo para algumas pessoas.

Você com certeza conhece histórias de obras cheias de problemas, gastos além do esperado e resultados nem sempre satisfatórios. A boa notícia é que esse não precisa ser o seu caso.

Tomando alguns cuidados, a sua reforma de apartamento pode acontecer sem transtornos. Quer ficar longe dos problemas e erros mais comuns? Veja agora o que NÃO fazer durante a remodelação do seu lar!

Deixar de fazer um planejamento das etapas da reforma

Muita gente que não tem experiência com uma reforma de apartamento, tem a impressão de que dá para começar a obra e solucionar os problemas conforme eles forem aparecendo.

O erro dessa abordagem é que ela leva a problemas muito maiores do que o esperado e, geralmente, traz consigo muitos gastos desnecessários, além de atrasos na obra. Para evitar tudo isso, o planejamento é fundamental. Antes de começar, tenha um panorama completo da obra, incluindo registros como:

– quais serviços serão realizados;
– ordem de execução das etapas da obra;
– quantidade de dias e funcionários necessários para cada atividade;
– quais documentos deverão ser obtidos;
– quantidade de material a ser comprada;
– prazos de entrega de cada fornecedor e quando a compra deve ser feita para chegar na hora certa;
– orçamento disponível;
– projetos de engenharia, arquitetura, elétrico ou hidráulicos, conforme a necessidade da reforma.

Ou seja, a reforma de apartamento começa bem antes de colocar a mão na massa. Antes de dar início aos trabalhos, dedique um tempo ao planejamento e você terá muito menos imprevistos.

Não dar importância ao orçamento antes e durante uma reforma de apartamento

Se você começou pelo planejamento, certamente já sabe quanto de dinheiro tem disponível à vista, em cartão de crédito e, possivelmente, com um financiamento para sua reforma de apartamento. E esse já é um bom começo.

Agora, é hora de orçar cada material e de acompanhar os gastos da obra dia a dia. Sabendo qual é o orçamento de reforma total da obra, divida o valor entre os diversos itens, como mão de obra, projeto, compra de material básico, acabamento etc.

Lembre-se, ainda, de reservar uma parte do dinheiro, pelo menos 10%, para os gastos não previstos, pois eles sempre existem.

Se você nunca fez uma reforma de apartamento, é bom contar com um engenheiro ou arquiteto experiente para fazer previsões acertadas sobre os custos da obra.

Outro ponto fundamental é pesquisar e comparar o preço de cada item em diversas lojas, comprando onde for mais vantajoso. Caso você não contrate um profissional, essa pesquisa deve ser ainda mais extensiva para que o orçamento de reforma seja previsto corretamente.

Uma vez escolhidos os fornecedores, é hora de anotar os gastos que vão sendo concretizados a cada dia e comparar com os valores planejados. Se algum dos itens tiver um custo acima do esperado, é bom ver imediatamente onde é possível economizar. Dessa forma, o custo total não será ultrapassado.

É importante fazer esse controle frequentemente ao longo da reforma. Se você deixar para somar tudo no fim, pode ter surpresas desagradáveis e acabar se endividando.

Usar materiais de baixa qualidade ou errar na quantidade

Falando em orçamento de reforma, você provavelmente vai querer economizar em muitos itens, o que é perfeitamente normal e até desejado. Porém, em muitos casos, não vale a pena economizar comprando um material de qualidade inferior.

A qualidade do matéria-prima interfere na durabilidade dele, podendo até mesmo prejudicar a aplicação do material durante a obra, gerando mais desperdício e maior gasto com mão de obra. Por isso, eleja sempre materiais de qualidade.

Se quiser economizar no material de construção, você pode procurar outras alternativas. Por exemplo, usar um revestimento mais simples, ou revitalizar alguns dos itens antigos para aproveitar no apartamento depois da reforma.

Outra dica é usar o mesmo tipo de piso ou revestimento em vários cômodos. Assim, você pode comprar em maior quantidade e negociar um preço melhor.

E, falando em quantidade, também dá para economizar em materiais de construção se você calcular a quantidade correta. Nem para mais nem para menos. Comprando apenas a quantidade necessária, você garante que não vai faltar material e que não terá gastos desnecessários e sobras ao final da obra.

Conduzir uma reforma de apartamento sem a devida supervisão

Você pode contratar a melhor equipe de obra disponível, mas sem a devida supervisão as chances de que o resultado não saia como esperado são grandes. Mesmo com um projeto feito por um engenheiro ou arquiteto em mãos, é possível haver mal entendidos e desvios do projeto original.

Por isso, é importante que um engenheiro ou arquiteto de obras acompanhe de perto a execução de cada etapa. Aqui vão algumas dicas para evitar problemas nesse sentido:

– dê comandos claros e objetivos;
– não assuma que algo será automaticamente entendido — comunique as suas expectativas;
– mesmo que já esteja no projeto, repasse junto com a pessoa que vai executar onde deverão ser instalados itens como tomadas, lâmpadas, ralos, torneiras etc;
– lembre a equipe de fazer o caimento certo para que a água seja direcionada para os ralos e não se acumule em outras áreas do banheiro, cozinha ou jardim.

Uma boa ideia é tirar férias do trabalho durante a obra e, se você não puder fazer isso, contratar uma pessoa de confiança. Se essa também não for uma opção, tente passar na obra todos os dias logo de manhã antes de ir trabalhar, e deixe seu número de telefone com a pessoa responsável.

É melhor ficar disponível e solucionar dúvidas sempre que necessário do que deixar a equipe trabalhar sozinha e, possivelmente, cometer erros.

Começar uma reforma de apartamento sem as devidas autorizações

Esquecer da parte burocrática pode gerar não apenas atrasos na obra, mas também gastos extras, multas e até mesmo punições legais. Antes de reformar, verifique quais são as regras do condomínio e as regras da prefeitura para a execução de uma reforma de apartamento.

Muitas vezes, será preciso obter a aprovação do projeto e reforma por meio de um Registro de Responsabilidade Técnica (RT), feito por arquiteto ou engenheiro. Qualquer reforma elétrica, hidráulica, abertura ou fechamento de vãos, entre outras atividades, requerem essa aprovação.

Todas essas exigências são descritas na Norma de Reformas da ABNT (NBR 16.280, de 2015). O condomínio também pode impor regras próprias para a realização de reformas, como a autorização de entrada de pessoal e definição dos horários permitidos. Portanto, sempre consulte o síndico para evitar transtornos.

Escolher móveis com medidas ou cores erradas

Os móveis e outros itens de decoração são a cereja do bolo da reforma de apartamento e também devem ser planejados e pensados com antecedência. Antes de sair às compras, faça um layout dos cômodos com as medidas e veja onde posicionar os móveis, bem como os tamanhos mínimos e máximos que eles devem ter.

É importante deixar espaço suficiente para a circulação e tomar cuidado para não exagerar nos móveis. Muitos móveis num espaço pequeno dão a impressão de que o lugar é ainda menor.

Ao comprar sofás, máquinas de lavar, fogão, geladeira e outros itens maiores, verifique também se eles vão passar no vão das portas ou no elevador.

Outro detalhe importante é combinar os móveis com o restante da decoração. Pense na cor das paredes, revestimentos e bancadas, por exemplo. Com isso em mente, compre sofás, tapetes, cadeiras e outros móveis que harmonizam entre si e com os demais itens.

Apostar em tendências passageiras

Falando em combinar cores e estilos, outro erro comum em reformas de apartamento é escolher uma tendência passageira para um item que tem durabilidade de muitos anos.

Para os itens duráveis, como revestimentos, pisos, cozinha, entre outros, é melhor escolher algo mais neutro e atemporal. Assim, você não corre o risco de enjoar e querer reformar de novo em pouco tempo.

Já nos sofás, quadros, mesas, cadeiras, papéis de parede e qualquer outro acessório de decoração, você pode ousar mais e apostar em tendências. Se a moda passar ou você cansar de uma cor específica, fica muito mais fácil dar uma cara nova ao seu lar.

Não focar nos projetos elétrico, hidráulico e de iluminação

Se você está pensando que uma reforma de apartamento pode ser motivada apenas porque se cansou da cor de uma parede, porque as portas estão ultrapassadas, o piso está desgastado, ou por causa de qualquer outro item estético, tome cuidado para não esquecer outros aspectos importantes.

Já que você vai reformar, é bom pensar também nos itens mais funcionais do seu apartamento, especialmente as conexões elétricas e hidráulicas. É bom revisar tudo e substituir eventuais itens danificados. Especialmente se você vai instalar ar-condicionado ou aquecedores, a aprovação de um profissional é essencial.

Pensando em sustentabilidade e economia, também vale trocar torneiras e descargas antigas por modelos mais novos, que garantem menor consumo de água.

Outro tópico que pode ser revisto é o projeto de iluminação. Em uma reforma de apartamento, aproveite para rever também essa parte. Adicionar pontos de luz em lugares estratégicos e escolher as lâmpadas certas podem dar outra cara para a sua casa, além de garantir mais conforto e praticidade.

Como vimos, os principais erros numa reforma de apartamento estão ligados à falta de planejamento e organização, à falta de orientação por profissionais qualificados e ao uso dos materiais errados.

Portanto, não economize no que não deve, ou o barato pode sair caro. Tenha bons profissionais ao seu lado, fornecedores competentes e materiais de qualidade.

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Aprenda como fazer orçamento de obra

Se você está planejando construir ou reformar, provavelmente está preocupado com os gastos que vai ter. Para acertar nas previsões, é preciso entender como fazer orçamento de obra e o que levar em conta na hora de calcular os gastos.

Se você já fez alguma obra sem o orçamento, provavelmente teve surpresas desagradáveis com os custos. Mesmo quem nunca fez uma reforma ou obra já ouviu falar sobre os contratempos desse tipo de intervenção.

A boa notícia é que fazendo o orçamento e o planejamento da forma correta, muitos desses problemas podem ser evitados.

Veja agora porque é importante cuidar desse tema e como fazer orçamento de obra!

A importância de fazer um orçamento de obra

O orçamento da obra é um momento crucial, pois é nele que se avalia se o dinheiro disponível realmente é suficiente para fazer tudo aquilo que é desejado. Se você começar a construir sem nem mesmo saber como fazer orçamento de obra, provavelmente vai estar em apuros em breve.

O primeiro ponto é saber quanto você tem disponível entre dinheiro guardado, cartões de crédito e eventualmente algum empréstimo ou financiamento. Esse valor deve ser seu objetivo limite, e você vai adaptar sua obra a ele. Fazer um orçamento é importante para:

– Garantir que você não gaste mais do que pode e entre em dívidas inesperadas;
– Assegurar que os itens mais importantes tenham prioridade e sejam executados, caso o orçamento não consiga englobar todos os itens desejados;
– Adaptar a construção à sua realidade financeira, trocando alguns itens e materiais para que caibam no seu bolso;
– Reduzir imprevistos e surpresas desagradáveis.

Enfim, saber como fazer orçamento de obra é uma premissa para qualquer pessoa que deseja construir ou reformar. Até mesmo profissionais de obra cometem o erro de não calcular corretamente os valores, mas isso não precisa acontecer com você.

Como fazer orçamento de obra

Agora que você já entendeu a importância dos planejamentos de custos para qualquer obra, é hora de começar a fazer as contas. Veja passo a passo como fazer orçamento de obra!

1. Determine o que vai ser feito na obra

O passo fundamental é determinar exatamente o que vai ser feito na obra. Se for uma construção do zero, você tem que ter um projeto completo assinado por um engenheiro.

Nesse projeto devem constar todas as informações sobre o imóvel a ser construído, áreas de cada cômodo, todos os materiais a serem utilizados, como o cal, gesso e até mesmo as lâmpadas, e assim por diante.

No caso de uma reforma, não necessariamente você precisa de um projeto completo. Se a reforma for apenas do ponto de vista estético, como renovação da pintura ou a troca de revestimentos, você pode fazer esse levantamento por conta própria.

Porém, vale dizer que a participação de um profissional como arquiteto, engenheiro ou decorador sempre agrega valor e eles geralmente têm uma boa ideia de como fazer orçamento de obra, o que pode ajudar você a economizar.

De todo jeito, com ou sem a supervisão de um profissional é importante determinar o escopo da obra. Antes de começar o orçamento, tenha uma decisão clara do que deve ser feito.

Você também pode separar os itens de acordo com a prioridade, de forma que você consiga destinar o dinheiro primeiro para aquilo que é mais importante.

2. Calcule as quantidades de material

Sabendo o que deve ser feito, é hora de calcular os materiais que serão gastos.

Para azulejos, revestimentos, pintura, e tudo mais que envolve pisos e paredes, você precisa saber a área onde será aplicada.

Para calcular a área de uma parede você deve multiplicar a largura pela altura. Se quiser ser mais preciso, você pode calcular a área das portas e janelas e descontar do resultado da primeira multiplicação. Para o piso, você precisa da largura e do comprimento.

Multiplique as duas medidas em metros e você terá a área em m². Como sempre há perdas e quebras, aumente a área encontrada em 10%. Some os valores da área de cada piso e você terá a área total do piso do imóvel. Com esse valor você já sabe a área de cada tipo de piso, azulejo, porcelanato ou revestimento que deve comprar.

Para as tintas, você deve somar as áreas das paredes e ainda multiplicar a área total número de demãos — geralmente são necessárias duas. Então, você multiplica a área das paredes por 2 e terá a área total a ser pintada.

O rendimento da tinta em m²/l costuma ser indicado pelo fabricante na embalagem. Você divide o rendimento indicado pela área total a ser pintada para saber quantos litros precisa comprar.

Para tijolos, o cálculo é parecido. Você precisa da área da parede a ser levantada e a medida de cada tijolo — isso depende de qual tipo de tijolo será usado. Dividindo a área da parede pela área de um tijolo você sabe quantos tijolos comprar.

Para outros itens como, cimento, areia, massa corrida, aço, entre outros, o valor vai variar de acordo com os detalhes técnicos da obra.

Você pode utilizar o auxílio de um profissional de engenharia ou arquitetura, um mestre de obras ou até mesmo dos vendedores das lojas de material de construção, pois eles têm uma boa ideia da quantidade e de como fazer orçamento de obra. Em todo caso, é importante sempre saber as áreas onde cada material será aplicado.

Não esqueça de incluir na lista de materiais os itens como, louças e metais, tomadas, portas e janelas, rodapés, instalações elétricas e hidráulicas, entre outros itens que serão trocados ou instalados durante a construção ou reforma.

3. Identifique quais serviços serão necessários

Além do material, você precisa saber quais tipos de serviços vão ser necessários. Se você não tem nenhuma experiência com obras, vai precisar da ajuda de algum amigo, um mestre de obras ou um pedreiro que saiba como fazer orçamento de obra.

Você precisará saber quantos dias, quantas pessoas e quais profissionais — pedreiro, ajudante, pintor, eletricista, encanador, entre outros — serão necessárias para executar o serviços.

4. Faça uma pesquisa de preços

Sabendo os materiais e os serviços necessários, é hora de partir para uma etapa importante — a pesquisa de preços. Os valores de materiais e serviços de construção variam consideravelmente entre uma loja e outra. Por isso, você não pode ter preguiça de procurar.

Saia à procura dos melhores preços, tente negociar descontos com os vendedores, procure mais de um profissional para fazer o orçamento. Em uma obra ou reforma de maior valor, qualquer percentual economizado já pode fazer uma boa diferença, portanto, pesquise bastante, seja online ou em lojas físicas.

5. Liste os demais custos

Agora você já tem os custos de material e de mão de obra, que são os maiores valores de uma obra. No entanto, existem alguns custos adicionais que também precisam entrar na conta, por exemplo:

– Gasto com projeto, documentação e autorização na prefeitura ou no condomínio;
– Aluguel de máquinas ou equipamentos;
– Pagamento para destinação dos resíduos e entulhos da obra;
– Se for necessário retirar seus pertences do imóvel, devem ser incluídos gastos com transporte e armazenamento;
– Gastos com reparos e imprevistos, por exemplo, remoção de vazamentos.

Mesmo tentando pensar em tudo, é bom deixar uma margem de segurança, pois quase sempre aparecem surpresas. Separar em torno de 10% do valor total da obra para esses casos.

6. Organize o orçamento de obras

Você agora já tem quase todos os custos da obra e já sabe quanto vai precisar desembolsar. Se o dinheiro que você tem disponível não é suficiente, é hora de rever a lista de prioridades e cortar itens que não são absolutamente necessários.

Outra opção é rever suas escolhas optando, por exemplo, por acabamentos mais em conta. O importante é que o total da obra seja condizente com o dinheiro que você tem disponível.

Para ter maior controle, você precisa organizar todos os dados que coletou. O ideal é usar uma planilha ou um aplicativo específico para fazer orçamento de obra. Na FazTudo.Online você consegue fazer um orçamento e encontrar os melhores profissionais para sua reforma, confira!

Separe os dados por categorias, como fundação, paredes, instalações elétricas, pintura, revestimento, pedreiro, eletricista ou o que mais fizer sentido dentro do escopo da sua obra. Coloque o valor que você encontrou durante a pesquisa como planejado.

7. Acompanhe a execução da obra

Você aprendeu como fazer orçamento de obra e listou tudo corretamente? Ótimo! Agora é hora de partir para a execução e lembrar que o orçamento existe, não apenas para a fase anterior à obra, mas deve ser usado também durante ela.

Anote todas as compras nas respectivas categorias e confira se os valores realizados estão dentro do valor planejado.

Se alguma categoria exceder o planejamento, é hora de ligar o alerta vermelho. Você vai precisar economizar em outra categoria, optar por outros materiais ou até mesmo rever o escopo da obra.

Acompanhe diariamente ou semanalmente todos os gastos para que a obra não saia do orçamento.

Como economizar ao realizar uma obra

Economizar é sempre bom e mesmo que o seu orçamento disponível seja alto, é sempre bom evitar gastos desnecessários para gastar com o que realmente importa.

Além de saber como fazer orçamento de obra e acompanhar constantemente durante e execução, há outras atitudes que você pode tomar, como:

– Oriente a equipe quanto ao manuseio e armazenamento correto dos materiais, evitando quebras e desperdício;
– Faça um cronograma de obras e confira se a equipe está atendendo aos prazos. Se a obra passar do prazo, o custo com mão de obra também vai aumentar;
– Seja inteligente na escolha dos acabamentos. É possível economizar comprando os itens certos sem abrir mão do requinte e da beleza;
– Opte por utilizar o mesmo tipo de piso em mais lugares. Comprando uma quantidade maior do mesmo material, você pode negociar o preço;
– Faça você mesmo alguns dos itens que não são tão complicados, como pintura de paredes;
– Além de pesquisar bastante os preços, fique de olho nas promoções;
– Estude comprar itens seminovos, como lustres, bancadas e pias, pois é possível encontrar itens em bom estado com preço mais em conta.

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Fonte: Toca Obra

Lista de material de construção: veja como montar a sua!

Na hora de construir ou reformar, muitas pessoas não se atentam a um item fundamental: a lista de material de construção. Assim como quando vamos ao mercado, para planejar a sua obra é indispensável ter controle de quais itens serão necessários.

Além disso, esquecer de algum material pode custar caro. Afinal, você terá de pagar a mais pelo item por conta da urgência da demanda ou poderá atrasar alguma das etapas, justamente pela falta de algum produto básico.

 

Por que fazer a lista de material de construção?

Como você viu, a lista de material de construção é super importante para qualquer obra ou reforma. Afinal, com ela você evita esquecimentos, o que poderia resultar em pagar mais caro por determinados itens.

Além disso, ao saber tudo o que irá na sua obra, é mais fácil negociar com os comerciantes e conseguir preços mais atrativos para os materiais, o que resulta em maior economia.

Isso garante que a sua obra ficará dentro do orçamento disponível, evitando que uma etapa saia mais caro do que o planejado e impeça dar sequência nas demais fases.

Com a lista de material de construção em mãos, é possível:

– controlar melhor as quantidades de materiais por etapa;
– evitar esquecimentos;
– reduzir o desperdício;
– manter a obra dentro do orçamento;
– negociar com os comerciantes;
– economizar no preço dos materiais;
– entender quais itens são mais, ou menos importantes, e levar mais qualidade para a sua construção (sem que isso signifique pagar mais caro pelos produtos);
– controlar melhor a sua obra por completo, evitando surpresas desagradáveis.

Dicas para montar uma lista de material de construção

Para conseguir tudo isso, é importante que a sua lista seja bem feita e esteja de acordo com a realidade da sua obra e com a sua expectativa para a construção. Como essa não é uma etapa muito simples, reunimos dicas essenciais para te ajudar. Confira!

 

 

 

Divida a obra por categoria

O primeiro passo é saber em que fase a sua obra está. Afinal, em cada etapa existe uma necessidade diferente. Então, você poderá dividir a sua obra por categoria e montar uma lista de material de construção para cada fase. Por exemplo:

– estrutura: é o início da obra e compreende a fundação, com vigas, pilares e lajes. A lista geralmente envolve materiais básicos como cimento, brita, areia, vergalhões, pregos, escoras etc.;

– alvenaria: é nessa etapa que as paredes começam a ser levantadas e a obra passa a ganhar forma. É preciso investir em cimento, blocos de concreto, tijolos, graute, tubos de PVC, conduítes, fiação, quadros de distribuição, caixas de luz, emboço, reboco e outros;

– cobertura: é a fase do telhamento e do sistema de captação de água, sendo necessária a compra de telhas, madeiras, vigões, calhas, rufos, caibros, mantas térmicas, caixa d’água etc.;

– acabamento: é o momento de deixar a construção mais bonita e charmosa, comprando pisos, azulejos, louças sanitárias, portas e janelas, interruptores, tintas, portões, entre outros.

 

 

Analise a quantidade

Depois de saber quais itens devem integrar a sua lista de material de construção, é importante calcular corretamente a quantidade de cada um, evitando comprar a mais ou a menos (já que ambos poderão trazer prejuízos).

A principal dica é calcular os materiais necessários por etapas (seguindo a divisão que fizemos no tópico acima). E, claro, sempre conversar com o profissional responsável, que poderá te orientar melhor sobre as quantidades.

Você também poderá dividir os trabalhos por período, como atividades do dia e da semana, e planejar a quantidade dentro desses cronogramas – o que melhora o controle da quantidade necessária e evita o desperdício. E, não se esqueça de incluir um percentual a mais nesse cálculo, considerando as perdas.

Para não se perder financeiramente, tenha um teto limite do quanto poderá gastar, evitando ir além do orçamento e acabar se endividando antes de concluir a obra. É claro que esse valor precisa estar de acordo com a realidade de cada etapa.

 

 

Compare os diferentes orçamentos

Com a lista de material de construção pronta, é mais fácil analisar diferentes orçamentos, encontrando aquele que melhor se encaixe na sua realidade financeira e nos desejos para a obra.

A FazTudo.Online é uma parceira da FazTudo Engenharia e também tem como objetivo ajudar na sua construção e reforma. Com profissionais e serviços especializados oferecidos pela plataforma, você pode fazer um orçamento grátis e escolher a melhor opção.

Lembre-se sempre de analisar o custo-benefício de cada item, buscando por um material que seja de qualidade, tenha um bom preço e ainda agregue outros benefícios.

Por exemplo, às vezes pode compensar pagar um pouco mais caro em um produto se o vendedor fizer uma forma de pagamento diferenciada, trocar os produtos que sobrarem ou entregar de maneira mais rápida. De qualquer forma, todas essas questões precisam ser muito bem analisadas.

 

 

Armazene corretamente

Depois de comprar o necessário, é hora de armazenar muito bem esses materiais, evitando que eles estraguem ou se deteriorem. Antes mesmo de ir às compras, verifique se existe espaço suficiente na sua obra (ou em outro local) para esse armazenamento – e se esse espaço é adequado às necessidades dos produtos.

 

 

Conclusão

Como você viu, montar a lista de material de construção é extremamente importante em qualquer obra ou reforma. Afinal, ela evita esquecimentos, permite comparar orçamentos e também facilita na hora de manter a obra dentro do seu teto limite, garantindo que nada saia do controle.

Além de tudo isso, a lista evita desperdícios, já que permite o cálculo mais acertado da sua necessidade por etapa da obra ou de acordo com o cronograma dos profissionais.

 

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Fonte: Toca Obra