Crédito diversificado: Covid leva Caixa a abrir financiamentos para compra de terreno e construção

 

A Caixa Econômica Federal reduzirá, a partir do próximo dia 3, a taxa de juros cobrados de pessoas físicas para construção individual ou aquisição de lote individualizado. A decisão levou em conta o fato de as medidas de isolamento social decorrentes da pandemia terem despertado o interesse por novas formas de habitação, com aumento da procura por casas com quintal, espaço e proximidade com a natureza, sem aglomerações ou elevadores.

No caso de lotes urbanizados, os valores financiados poderão variar de R$ 50 mil a R$ 1,5 milhão, com taxa de juros efetiva de 8,5% ao ano mais TR. A cota de financiamento é de até 70% sobre o valor de avaliação do terreno. O prazo para pagamento da dívida é de até 20 anos.

Nas modalidades destinadas à aquisição de terreno e construção e de construção em terreno próprio, as taxas de juros podem chegar à TR mais 6,5% ao ano.

A instituição anunciou ontem também a disponibilização de crédito pessoal com garantia de imóvel, o chamado home equity. Essa modalidade possibilita taxa de juros menor na comparação com outras de crédito pessoal, além de ter uma garantia mais sólida para a Caixa. As taxas variam de 0,6% a 0,9% ao mês. O prazo máximo de financiamento é de 15 anos.

Na modalidade de crédito pelo IPCA, a taxa mensal será a partir de 0,60% ao mês, com garantia de 50% do valor do imóvel. Em todas as modalidades, o prazo máximo de financiamento é de 15 anos.

“Ao criar as novas linhas de financiamento, a Caixa tem expectativa de emprestar R$ 40 bilhões”, salientou o presidente da instituição, Pedro Guimarães. Isso representa um aumento em mais de dez vezes em relação aos atuais R$ 3,5 bilhões, que representam 32% do market share que coloca a Caixa como líder em um mercado que movimenta R$ 11 bilhões no Brasil.

Segundo o presidente da Associação dos Mutuários e Moradores de Minas Gerais, Silvio Saldanha, as medidas são positivas e vêm para somar tanto para quem precisa de capital de giro quanto para quem quer financiar um terreno neste momento, com custo menor. “Essa proposta do banco, de reduzir as taxas para 8,5% e, em algumas modalidades, 6,5%, vai trazer um ganho muito maior, porque a prestação vai ficar pelo menos metade do valor do que se fosse contratado direto com o vendedor”, salienta.

Em relação ao home equity, Saldanha aconselha a pegar o mínimo de dinheiro possível e a quitar a dívida com maior rapidez. “Dar o imóvel é mais seguro para o banco. No entanto, a legislação é pesada e permite com três parcelas em aberto a instituição promova a execução extrajudicial e deixe a pessoa sem o imóvel e sem tudo o que pagou”, salienta.

O presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB Minas, Kênio Pereira, avalia que com a pandemia, as pessoas estão valorizando espaços maiores, com o de casas. E essa medida da Caixa vem atender esse público, que começa a crescer agora com a pandemia. Já em relação ao home equity, ele salienta que é necessário ficar atento às taxas de juros, que podem ser o dobro de quando se financia um imóvel, superando os 20% ao ano. “Bancos emprestam e sabem que a garantia é muito maior, só que o empréstimo vira bola-de-neve e aumenta num percentual que pode chegar ao dobro do custo financeiro efetivo”, salienta.

 

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Fonte: Hoje em Dia

Recebendo um técnico na quarenta: o que fazer antes, durante e depois

Todos sabemos que a quarentena deve ser respeitada. Mas como receber um técnico caso haja uma urgência de reparo? Confira as dicas abaixo:

 

 

Durante uma crise de saúde pública, todos temos a responsabilidade de achatar a curva. Isso significa ficar em casa o máximo possível – e evitar receber pessoas em casa. Mas, mesmo que você esteja levando a sério o distanciamento social, alguns cenários de emergência podem exigir visitantes. Imagina uma situação onde o cano da pia da cozinha arrebenta ou você precisa de um técnico para arrumar a conexão com a internet para poder trabalhar remotamente?

Embora tenhamos muitas orientações claras sobre o que fazer quando saímos para realizar tarefas essenciais, não há diretrizes firmes sobre como tratar essas poucas visitas domiciliares. A epidemiologista Melissa Hawkins, diretora do Programa de Bolsas de Saúde Pública da Universidade Americana, em relato ao Apartment Therapy, deu algumas dicas e práticas para manter a saúde e a segurança durante essas visitas essenciais:

 

Antes da visita: desinfecte as superfícies tocadas com frequência

 

 

Antes do seu visitante chegar, verifique se sua casa está limpa e segura. Antes de fazer a checagem em todos os cantos do seu lar, pense em áreas de alto risco. As chances de que quem estiver vindo são de não precisar circular por todos os cômodos. Portanto, desinfecte os espaços ou superfícies que serão visitados ou tocados.

Se você tiver algum sintoma de doença, pense duas vezes sobre a importância da visita. “Se você ou alguém em sua casa estiver doente, considere adiar”, diz Melissa Hawkins. “Ou, se for uma emergência, seja sincero sobre a situação com seu visitante”.

Durante a visita: use máscaras, mantenha distância e evite tocar nas mesmas superfícies

 

 

Quando o visitante chegar, peça para ele tirar os sapatos na porta (ou fora) e pular as saudações de aperto de mão. Incentive seu visitante a usar máscara (embora seja provável que ele já esteja com uma).

Enquanto o técnico faz o seu trabalho, siga as diretrizes de distanciamento social, mantendo-se um metro e meio sempre que possível. Provavelmente não há necessidade de sair de casa, a menos que você confie totalmente na pessoa. “É perfeitamente razoável praticar o distanciamento seguro quando você estiver em casa; fique em outro quarto, mas também à disposição”.

Durante a visita, você também pode perguntar ao visitante qual é o plano dele para limpar as áreas em que toca ou trabalha. “É justo esperar e ter uma conversa com essa pessoa para confirmar que eles estarão limpando e higienizando qualquer equipamento ou superfície em que tocarem”.

 

No final, sempre opte por não tocar nas mesmas superfícies.

Por exemplo, seu eletricista pode solicitar um pagamento com cartão de crédito após a conclusão do serviço prestado. Verifique a possibilidade de sempre usar um cartão por aproximação, para não ter que inseri-lo e digitar a senha. Ler os números em voz alta ou pagar online mais tarde, são boas opções também. Não toque em nenhuma conta ou recibo que a outra pessoa tenha tocado. Você pode deixar esses objetos e superfícies sozinhos por 72 horas para permitir que o tempo do Coronavírus seja naturalmente inativado.

 

Depois que o visitante sair: lave as mãos e desinfete

 

Por fim, use a higiene direcionada para desinfetar as áreas em que a pessoa tocou, incluindo maçanetas e interruptores de luz. E sempre lave bem as mãos quando a pessoa sair de casa. “Em todas essas medidas, é bom agir com cautela sem ceder à paranoia. A chave é equilibrar as práticas de higiene com sua própria ansiedade e o que lhe trará conforto em termos de risco” termina Melissa Hawkins.

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Fonte: Casa – Editora Abril

As metragens mínimas para sala, quarto, cozinha e banheiro

Circulação: especialistas apontam as metragens mínimas para garantir a melhor distribuição e a passagem sem esbarrões

Quem nunca se viu espremido entre a mesa e a cadeira para outra pessoa conseguir passar atrás? Essa é uma das situações mais emblemáticas do mau dimensionamento de ambientes e dos itens que os compõem. Mas pode-se escapar do problema: antes de montar a casa, saque a fita métrica, meça móveis e paredes e se certifique de que restará espaço para transitar. “É preciso criatividade, pois as moradias estão cada vez menores”, diz a arquiteta Elisa Gontijo. Assim, não há como seguir à risca a ergonomia ideal apontada em livros de arquitetura, e as metragens variam de acordo com as particularidades. “Porém, existem distâncias mínimas a serem praticadas”, enfatiza o designer de interiores Roberto Negrete. Para que você saiba como pôr em ordem os cantos mais apertados, montamos layouts de quatro cômodos, tomando como base móveis e eletrodomésticos de tamanho padrão e respeitando o mínimo exigido de área livre. Atenção: as ilustrações mostram portas de 80 cm de largura, pois essa medida permite a passagem de cadeirantes. Mas, em imóveis prontos, geralmente as passagens são menores: 70 cm em quartos e 60 cm em banheiros.

Disposição eficiente nas salas de estar e jantar

– Portas: a de entrada no imóvel costuma ser a mais larga, com 80 cm. Neste e nos demais ambientes, é fundamental deixar desimpedido o ângulo da abertura – só dispense essa recomendação no caso de modelos de correr.

– Circulação: 60 cm bastam para uma pessoa transitar sem aperto, portanto, tente manter essa medida em todas as áreas de passagem. Se receber a visita de um cadeirante, você precisará afastar os móveis.

– Jantar: a mesa quase encostada na parede libera mais espaço para a movimentação e possibilita até mesmo que um aparador ocupe a parede em frente, deixando uma largura disponível de 1,35 m. Note que entre um dos pares de cadeiras e a parede atrás dele sobram 60 cm, intervalo que proporciona conforto quando alguém se senta ou se levanta – caso as cadeiras tenham braços, aumente essa distância em 20 cm. Do lado oposto, a outra dupla de assentos está de costas para o acesso aos quartos. Por essa razão, ali deve ser deixado um caminho de 80 cm, a fim de não prejudicar a circulação mesmo quando alguém empurrar a cadeira para trás.

– Estar: para incluir uma mesa de centro em salas estreitas, só abrindo mão do padrão recomendado de 60 cm livres. Entre a mesinha e o sofá, e entre ela e a poltrona, a distância mínima aceitável é de 40 cm – ainda assim, será preciso passar de lado caso alguém esteja sentado. Se o rack tiver gavetas, que se estendem por cerca de 30 cm quando abertas, você necessitará deixar um intervalo maior, de 50 cm, desse móvel até a mesa.

– Sofá: entre o braço do estofado e a parede vizinha devem restar 10 cm, respiro suficiente para abrigar a cortina. A mesinha lateral também fica afastada alguns centímetros.

Cozinha: a área de trabalho determina os intervalos

– Circulação: estabeleça um corredor de 1 m de largura sem barreiras. A distância supera a de outros cômodos para garantir a mobilidade de duas pessoas – enquanto uma usa a bancada, a pia ou o fogão, a outra transita com segurança, já que muitas vezes é necessário carregar louças e pratos quentes.

– Portas: por causa dos eletrodomésticos, as aberturas nesse ambiente costumam medir 80 cm. Nesta planta, a porta de entrada e a da geladeira não podem ser movimentadas ao mesmo tempo. Na prática, isso não costuma ser um problema pois, no dia a dia, é comum que a cozinha permaneça aberta, com a porta encostada na parede lateral. Se preferir, adote um modelo de correr, como foi feito no acesso à lavanderia, junto do fogão.

-Eletrodomésticos: tenha atenção redobrada às posições da geladeira e do fogão. Como esses equipamentos geram calor, que precisa ser dissipado, não podem ficar encostados nas paredes nem nos móveis adjacentes. O manual técnico de cada produto informa os distanciamentos específicos, mas, de modo geral, o vão sugerido por nossos consultores é a partir de 10 cm de cada lado.

– Fogão: quando o forno está aberto, é importante que restem livres 65 cm ou mais para que se consiga agachar, tirar o recipiente do interior e levantar sem o risco de esbarrões.

O quarto pede corredores de 60 cm

– Cama: nas duas laterais, preserve a passagem mínima de 60 cm. Em uma planta como esta, essa largura possibilita que o morador se sente para calçar os sapatos e ainda admite dois criados-mudos, com folga entre o colchão e a parede.

– Guarda-roupa: mantenha também 60 cm desimpedidos à frente dele. Cada folha de um armário de três portas pede cerca de 45 cm quando aberta, e as gavetas podem chegar a 40 cm. Se optar por um modelo com profundidade maior, ele deve contar com portas de correr.

Banheiro pequenino, porém funcional

– Porta: em geral, mede 60 cm, abertura inviável para quem depende de cadeira de rodas. Com uma planta estreita e alongada – a exemplo desta, usual em apartamentos novos –, o banheiro tem de estar fechado para que se possa abrir a porta do gabinete da pia. O vão de entrada do ambiente determina a profundidade do móvel: já que previmos uma porta acessível, de 80 cm, a bancada fica com no máximo 48 cm.

– Vaso sanitário: os 60 cm entre ele e a parede oposta garantem o acesso ao boxe. Cada lateral da bacia deve distar ao menos 30 cm dos elementos vizinhos, o que dá mais conforto ao usuário e permite apoiar uma lixeira e uma papeleira no piso.

– Área de banho: 90 cm é a largura mínima para o boxe. Assim, o morador se agacha e se movimenta livremente enquanto se ensaboa, lava o cabelo e se enxuga.

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Fonte: Casa

Checklists: Ordem da Reforma

 

Está em um reforma, e não tem formação nenhuma de decorador, arquiteto ou afins? Então o check list abaixo é uma boa ideia. É uma ordem que funciona bastante bem. Esperamos que ajude no planejamento de vocês, e se tiverem dúvidas, é só deixar num comentário aí que vamos lhe responder.

 

1 – Alvenaria

Todo o quebra-quebra deve ser feito no início da obra. Se o piso for frio, deve ser feito nesta etapa também, assim como o rodapé se ele também for feito de alvenaria.

 

2 – Elétrica

Os fios devem ser planejados e passados logo após a alvenaria. Caso seja feito forro de gesso, fica mais fácil puxar os fios se eles já estiverem posicionados.

 

3 – Gesso

É algo que faz muita sujeira, então deve ser um dos primeiros itens da obra.

 

4 – Elétrica Novamente

Deve ser finalizado o que ficou faltando da parte elétrica, incluindo a iluminação embutida se for o caso.

 

5 – Piso

Se o piso for laminado, é nesse momento que ele entra em cena.

 

6 – Pintura

Após a “sujeira” da obra, podemos entrar com a pintura das paredes, tetos e portas.

 

7 – Móveis / Pedras

Com a pintura feita os moveis já podem ser instalados. As pedras podem ser instaladas andas ou depois dos móveis.

 

8 – Rodapés

Se o rodapé for de madeira ou plástico, ele deve ser instado após a pintura.

 

9 – Retoques

A pintura vai acabar manchando um pouco com as etapas anteriores, então sempre cabe um retoque ao final da obra.

 

10 – Decorar

Com a obra pronta, é colocar a criatividade para trabalhar e deixar o ambiente bem bonito.

 

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Fonte: Minha Nova Casinha

5 ideias incríveis para usar em cozinhas pequenas

 

Se menos é mais, quem tem uma cozinha pequena pode se dar bem. Com apartamentos cada vez menores, é crescente a quantidade de soluções inteligentes capazes de tornar qualquer cômodo da casa mais aconchegante e funcional.

 

1 – Escorredor na parede é uma ótima alternativa

Em vez de ocupar mais um espaço com o seu escorredor, pendurá-lo na parede acima da pia é uma boa solução. O melhor é que os escorredores disponíveis no mercado são acessíveis e têm um visual discreto e bacana.

 

2 – Tudo no ar

Além do escorredor, sabe aquelas espátulas, escumadeiras e utensílios que ficam mal acomodados nas gavetas? Você pode pendurá-los em barras fixadas na parede e economizar espaço nas gavetas. O mesmo vale para xícaras e canecas, que ocupam bastante espaço nos armários. Assim, você deixa sempre à mão os utensílios que usa diariamente. Que tal?

3. Soluções para os armários

Na parte interna das portas dos armários é possível instalar suportes, por exemplo, para guardar papéis, materiais de limpeza, etc. Mini prateleiras e caixas organizadoras também são funcionais, pois ajudam a criar mais espaço nos armários. Neles, você pode montar, inclusive, uma ferramenta para pendurar panelas e mantê-las juntas.

4. Prateleiras para ajudar

Sabe aquele espaço  que fica livre? Ali, você pode montar prateleiras extras para colocar objetos que não utiliza sempre. Uma ótima ideia!

 

 

5. Cores que ampliam

Você já sabe que a cor branca reflete melhor a luz e faz o ambiente parecer maior do que ele realmente é. Cozinhas em que predominam cores claras, no geral, tendem a ganhar nesse aspecto. Investir em puxadores discretos também ajuda a trazer homogeneidade e amplitude ao ambiente.

Essas ideias são o máximo. Não vemos a hora de pôr em prática!

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Fonte: Saint Gobain

Como Usar a Cor para Ampliar ou Reduzir o Tamanho dos Ambientes

Uma simples pintura pode transmitir a sensação de alongar ou rebaixar o teto, alargar ou diminuir um corredor ou mudar o tamanho da parede.

Além de proteger as paredes e deixar os ambientes mais bonitos, a tinta é um excelente recurso para quem precisa criar a sensação de que os espaços são maiores ou menores, mais altos ou mais baixos. Para isso, basta um pouco de cor nas paredes ou no teto. Isso é possível porque as cores têm o poder de alterar o modo como percebemos as dimensões e as proporções dos espaços.

 

 

Uma simples pintura pode, por exemplo, transmitir a sensação de alongar ou rebaixar o teto, alargar ou diminuir um corredor, mudar o tamanho de uma parede, entre outros.

CONFIRA ALGUMAS DICAS:

Para criar a sensação de que um espaço tem o pé direito mais alto do que realmente tem, a dica é pintar o teto de branco, deixando as paredes em um tom mais escuro

 

 

Da mesma forma, é possível “rebaixar” um teto muito alto com um tom mais escuro do que o das paredes

 

 

Já para alargar um corredor a dica é pintar as paredes menores e o teto com uma cor mais escura que a das paredes maiores. Isso também dará a sensação de que o corredor é mais curto. E se a ideia é alongar um ambiente quadrado, a solução é aplicar uma cor mais escura em duas paredes, uma de frente para a outra.

Confira na imagem abaixo como você pode usar tinta e cor para mudar as proporções de um ambiente.

 

E não acaba por aí!

A tinta e a cor também podem ser usadas para destacar ou esconder objetos. Se a intenção é dar ênfase a alguma peça de decoração ou obra de arte, basta aplicar uma cor intensa ou contrastante na parede de fundo onde ela está localizada. Mas se a proposta é esconder ou não dar destaque para algum objeto, é só pintar a parede com a mesma cor dele.

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Fonte: Politintas

Etapas de uma obra feliz: da lista de mudanças ao cronograma

 

Para que o sonho da casa renovada não se torne um pesadelo, a dica principal é planejar cada passo com atenção e seguir à risca o cronograma.

Quer saber como planejar uma obra residencial de forma a manter o equilíbrio entre o orçamento previsto, o prazo de entrega e a estética desejada? Continue a ler e descubra os segredos para transformar seu lar de maneira organizada!

 

1. Problemas identificados

Antes de começar, entenda e liste o que de fato será feito durante a reforma. Depois, faça uma relação de todos os materiais necessários para a obra e decoração, e um levantamento completo de quais serviços deverão ser contratados, como de elétrica, gesso e pintura.

 

2. Produtos e mão de obra de primeira

Em seguida, é hora de escolher os profissionais que trabalharão na reforma. Para isso, dois pontos são essenciais: a elaboração de um contrato e a visita a obras já entregues para saber como foi a experiência de outros clientes. Enquanto isso, pesquise por materiais e produtos de qualidade oferecidos a preços justos.

 

3. Planilha de orçamento de obra residencial

Uma lista que estime os custos com serviços, materiais e mão de obra ajuda a ter uma ideia precisa da verba total necessária para a reforma. Crie facilmente sua planilha em um programa de operações financeiras e considere um adicional de 10% para gastos imprevistos.

4. Planilha de cronograma de obra

Monte um cronograma de obra residencial com todos os prazos, desde a estimativa de entrega dos materiais até o prazo combinado com os profissionais para entrega dos serviços. Lembre-se de deixá-lo fixado no local reformado para que todos os profissionais tenham acesso.

A criação de uma tabela de prazos personalizada está entre as etapas de uma obra mais importantes para a conquista de uma reforma tranquila e organizada. É ela que ajudará a evitar possíveis atrasos e a manter a verba prevista, deixando claro qual a ordem ideal dos trabalhos a serem executados.

 

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Fonte: Saint-gobain

De casa de solteiro para lar do casal

Vamos ajudá-lo a passar de casa de solteiro para lar do casal. Viva o amor!

 

 

Você vai se casar? Sim, sabemos que não é fácil tomar uma decisão e, agora que você a tomou, não o abandonaremos. Queremos ajudá-lo a transformar a sua casa de solteiro em um lar para o casal. Você nos permite?

Primeiramente, você deve considerar que, a partir de agora, terá que fazer concessões. As decisões não serão mais tomadas apenas por você e, por esse motivo, terá que aprender a ouvir e procurar soluções para que a casa seja confortável para os dois.

Uma casa mais madura

 

 

Começamos esclarecendo que, com isso, não estamos dizendo para você se tornar clássico ou monótono, ou renunciar aos seus gostos particulares, mas dar uma ordem e um sentido à estética da sua casa.

Trata-se de definir o seu estilo: se você gosta mais do estilo nórdico, se prefere o estilo industrial ou se, pelo contrário, gosta da decoração mais zen. É dessa maneira que você será capaz de dar uniformidade ao restante do ambiente.

Espaço para os dois

Para passar de casa de solteiro para lar do casal, é essencial que ambos tenham os seus espaços muito bem definidos ou, caso contrário, haverá problemas. Na vida em casal, podem aparecer algumas complicações.

Você precisará de móveis e acessórios que adicionem funcionalidade à sua casa. Por exemplo, as prateleiras Kallax da IKEA, são uma opção muito recomendável, pois elas são bonitas e muito práticas.

Espaço pessoal

Viver em casal não significa que você deva ficar grudado com o seu amor o dia todo. Lembre-se de que o lar é aquele lugar onde nos sentimos seguros e confortáveis, por isso é importante ter espaços de solidão.

Ao passar de casa de solteiro para lar do casal, não se esqueça de encontrar ambientes nos quais cada um de vocês possa desenvolver os seus hobbies sem precisar estar juntos o tempo todo. Isto é super saudável. Existe até mesmo quem goste de dormir em quartos separados… por que não?

Os lugares comuns

 

 

Ao passar de casa de solteiro para lar do casal é imprescindível organizar muito bem o espaço comum: a distribuição, a decoração, etc. Embora não seja fácil, aproveite a oportunidade para colocar em prática as suas habilidades de comunicação.

Por isso é muito importante deixar um local tranquilo em casa, onde vocês possam se sentar e conversar. É necessário evitar que isso seja feito no quarto, procurando assim um espaço sem distrações e fazendo dele um local quente e aconchegante, com uma atmosfera na qual existam boas energias.

De casa de solteiro para lar do casal: o quarto

Sem dúvida, este é um dos lugares mais importantes em um ninho de amor: o quarto. Este é o lugar onde a intimidade será a protagonista, por isso, esforce-se para criar um refúgio limpo e sem barulho. Tenha em mente que é necessário promover um ambiente que favoreça o sono e a intimidade.

Aqui é importante que a decoração agrade aos dois; vocês certamente encontrarão uma maneira de fazer isso. Caso contrário, é melhor escolher um estilo mais neutro, com cores suaves e uma decoração menos marcante. Isso fará com que ambos se sintam em casa.

Agora é a hora do trabalho em equipe

 

 

A cozinha é outro lugar onde vocês terão muitos momentos de convivência. Será necessário compartilhar atividades, por isso, o ideal seria ter uma cozinha grande.

Procure ter uma bancada livre, mantendo-a sempre arrumada e certificando-se de que a geladeira esteja limpa e bem organizada.

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Fonte: Dicas Decorativas

REFORMA E DECORAÇÃO: DICAS DE OURO

Está pensando em reformar? Muita atenção ao planejamento que antecede a decoração. Isso porque é necessário levar em consideração a análise adequada de cada espaço, ambiente e objeto decorativo.

Para ajudar você nessa tarefa, separamos algumas dicas primordiais, com pleno destaque às medidas. Por exemplo: você sabe qual é a altura ideal da pia do banheiro?

 

1. Lembre-se: o primeiro passo é medir todos os espaços

Antes de ir à loja, meça com a trena o tamanho dos móveis e a distância necessária entre eles para conseguir circular. Nunca confie somente na sua percepção visual, senão você pode acabar comprando um sofá que não cabe na sala.

2. Dança das cadeiras

 

Para garantir uma boa circulação, as cadeiras da mesa de jantar precisam de um recuo mínimo de 60 cm. Se você não tem esse espaço, opte pelo uso de bancos encostados na parede.

3. Cortinas exigem espaço

Deixar um vão muito pequeno no forro de gesso para instalar a cortina é um risco, porque o espaço necessário varia de acordo com o modelo escolhido. Cortinas com trilho precisam de, no mínimo, 10 cm de vão. Já a romana pede uma distância de 12 cm ou mais.

4. O tamanho da porta

 

 

A porta de entrada deve ser a mais larga de todas, com no mínimo 80 cm para permitir a entrada de móveis e compras.

5. Tomadas

Existe um padrão para a altura de interruptores e tomadas – o interruptor deve ser instalado a 1,10 m de altura, e a tomada, a 30 cm do chão.

6. Medidas básicas

 

 

Para garantir uma boa noite de sono, o cuidado com a circulação no quarto deve ser redobrado. A distância da cama até a parede ou até o armário deve ser de, no mínimo, 70 cm, e a altura da cama deve variar de 45 a 55 cm.

7. Passado e engomado

Os armários com portas comuns devem ter, no mínimo, 55 cm de profundidade. Já os com porta de correr, 60 cm. Medidas inferiores a essas farão com que suas roupas fiquem amassadas.

8. A cuba ideal

 

 

Sobreposta, de semi encaixe ou de encaixe. Escolha a cuba antes de reformar o banheiro, porque ela influencia a altura do ponto de água e da bancada, que deve ficar a 85 cm do chão. Dependendo do modelo, a bancada deve ficar mais baixa.

9. Coifa segura

A distância mínima entre a coifa e os queimadores do fogão é de 65 cm para os fogões elétricos. No caso de modelos a gás ou combinados, a distância pode variar de 70 a 80 cm – em nenhum dos casos ultrapasse os 80 cm. O ponto de energia deve ficar no centro da instalação da coifa, a 2,20 m do piso, ou vir pelo forro de gesso, passando por dentro do duto.

10. Pia na altura certa

 

 

Quando se fala em ergonomia, qualquer centímetro faz muita diferença. Não subestime uma diferença de 5 cm, por exemplo, porque é isso que vai proporcionar conforto ou não. A bancada da cozinha, em geral, deve ter 90 cm de altura.

Dicas bem espertas, não é mesmo?

Mas, a nossa principal sugestão é: analise bem as suas economias e veja se não é possível contratar um profissional para ajudar na reforma. O investimento vale à pena para que tudo fique do jeito que você sempre sonhou!

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Fonte: Casa e Jardim

Aprenda como evitar 5 erros de reforma que podem custar caro

Orientar o tempo e os custos é o primeiro passo para gerenciar a renovação da casa

 

 

Reformar sempre é um momento emocionante, mas caro. E pode ficar ainda mais dispendioso quando as coisas dão errado. Quem já passou por uma renovação na casa sabe que realmente o orçamento pode ir às alturas do dia para a noite. Orientar o tempo e os custos é o primeiro passo no gerenciamento de expectativas, sem mencionar a conta bancária. Anote algumas dicas para ter a casa dos sonhos sem sofrimento.

 

1. Prepare-se para as taxas

A solicitação de licenças e permissões (instalações hidráulicas, elétricas, modificações na planta) é geralmente o primeiro passo necessário em qualquer processo de renovação, mas as taxas costumam pegar os desavisados de surpresa. Então, antes de começar a quebradeira, verifique junto aos órgãos competentes o que será preciso e quanto custa.

 

2. Fique longe se puder

Imagine lidar com a reforma diariamente em sua casa. Isso pode ser bem desorientador, não apenas pela sujeira e bagunça, mas também pelo exército de pessoas trabalhando ao seu redor. Em vez de usar o cheque especial à beira de um ataque de nervos de última hora, faça um orçamento em hotel ou Airbnb e coloque na conta de reforma ou planeje morar com amigos ou familiares pelo menos durante a quebradeira.

 

3. Não se apaixone pelo novo

Nem sempre o que reluz é ouro. Portanto, muito cuidado com aqueles materiais que sonhou a vida toda, mas talvez não condizem com seu dia a dia de uso e manutenção. Os materiais naturais e de alta manutenção, como alguns tipos de pedra, mostram desgaste ao longo do tempo e parecem muito diferentes um ano depois comparado ao primeiro dia de instalação. Como aquele tênis novo branquinho, que a gente sabe que será impossível manter intacto. Então pesquise bem os materiais para descobrir seus prós e contras, além do custo-benefício antes do veredito final.

 

4. Reserve para contingências

Reserve uma parte do orçamento, entre 10% a 15%, segundos especialistas, para imprevistos – no caso de uma inspeção inesperada ou de um vazamento encontrado atrás da parede do chuveiro. Essas ocorrências não planejadas são o que frequentemente acabam com os budgets e estendem os prazos.

 

5. Escolha acabamentos no início

A pressão da decisão é bem real. Podem parecer pequenos detalhes, como torneiras, acessórios e acabamentos (o grande número de opções e combinações é entorpecedor), mas são itens que causam grande impacto, tanto no bolso quanto no visual. Então não é uma boa ideia adiar até o final do projeto quando você pode estar cansado e sujeito a ter de fazer concessões por conta do estouro de orçamento e da falta de paciência.

 

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Fonte: Revista Casa e Jardim